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Neste último domingo estive em Itacaré fazendo a pré-produção do I Festival de Dança que acontecerá lá, de 24 a 29 de novembro.
Que terra bonita, viu? Linda demais!!! As praias são apaixonantes!!! Boas pra namorar, pra correr, pra descansar, pra torrar, pra beber a cachaça preferida, pra ir a um Festival de Dança... Uma boa pedida. AÊ!!!
Voltei na terça, mas já, já estarei de volta.
Whatever...

Escrito por Patrícia Rammos às 22h24
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Dia da Consciência... Negra?
Então...
Apesar de achar um dia super importante (mesmo), tenho muito medo da forma como alguns utilizam esse dia, esse movimento. Hoje, por exemplo, estava andando na Av. Sete, em direção ao ponto de ônibus, quando dois rapazes me paqueraram (essa também sou eu). Eu estava com pressa, sem paciência, com fome e, até mesmo, sem vontade de dar atenção a tal paquera. Passei por eles, quando ouvi a “piadinha”: “ela não ligou porque somos negros, se fosse um playboyzinho branco, ela num instante abriria os dentes”. Virei e gritei furiosa: “Vocês são dois bostas preconceituosos, que se utilizam da raça e da cor para espalhar merda. Respeito, caríssimos!!! Neste e em todos os dias, respeito!!!”. Que ridículo, que nojento...
Isso é ser consciente? Isso é ser negro? Isso é ter consciência do seu papel? Isso é ser humano? Não acredito que preconceito e discriminação sejam combatidos com preconceito e discriminação. Odeio essa história de que somos obrigados a seguir a cartilha dos radicais. Todo radicalismo é superficial.
Muito mais do que qualquer outra coisa, sou ser humano. E isso, em tempos de intolerância e baixeza, é algo muito difícil de ser. Eles queriam me negar o direito de ir e vir. Aposto que são típicos playboyzinhos mal educados, que batem em mulher, gays, moradores de rua, queimam índio, porque acham que ser consciente é ter cabelo rasta, ouvir reggae e ficar no meio da rua abordando mulher. Me poupe!!!
Por outro lado, conheço muitos negros de “responsa”. Pessoas que estiveram e estão na vida para “causar”.
Viva Milton Gonçalves, Fabrício, minha mãe, Laís, Débora, Pier (o negro holandes), Karol, minha irmã, minhas primas, e tantos outros, muitos, espalhados, aqui, ali, acolá, rastas, não rastas, encaracolados, alisados, que me mostram a cada dia que negro não tem que MOSTRAR nada, tem que SER, porque esse mundo é nosso. Doa quem doer, isso aqui é nosso. E Obama vem aí, viu? Para garantir os EUA pra gente também. Quando falo a gente, falo dos seres humanos, todos, sempre, de qualquer lugar, de todas as horas, indo, vindo, se beijando, respeitando e “causando”. Adoro negros, adoro índios, adoro brancos... e, principalmente, quem me adora, quem me respeita!!! E é disso que tenho o maior orgulho.

E dia 20 de novembro tem que ser comemorado, sim. Por que não? Mas com dignidade e responsabilidade. Oba oba é bom, é divertido, mas... O que eleva é a sabedoria. E isso é para quem corre atrás. Vamos lá?
"Um sorriso negro, um abraço negro Traz....felicidade Negro sem emprego, fica sem sossego Negro é a raiz da liberdade ..Negro é uma cor de respeito Negro é inspiração Negro é silêncio, é luto negro é...a solução Negro que já foi escravo Negro é a voz da verdade Negro é destino é amor Negro também é saudade.. (um sorriso negro !)"
Valeu, Wilson Ramos!!! O meu pai, o meu Zumbi!!!
Escrito por Patrícia Rammos às 21h55
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O povo endoidou
Marcos Mion e Carolina Dieckmann resolveram brincar de jogar veneno pro outro. Lembra da história da foto do show do cantor que Carolina colocou em seu blog que não tinha o cantor? Na foto era ela, Eri Johnson e Fernanda Rodrigues. Aí, Mion fez piada com isso, ela respondeu “brincando”, ele devolveu a “brincadeira” e agora ele lançou um concurso para quem tem fotos com Marcos Vinicius (o tal cantor). Muita gente mandou. É de rachar de rir gente. Fiquei surpresa quando vi entre as muitas fotos publicadas no blog do maluco Mion, uma de Ricardo Konka. Veja aí!!! Que divertido.

Olha a legenda de Mion:
"Muito boa!! Juuuáááááá!! Foi enviada pelo Ricardo Faria. Segue a legenda: Festa aqui em casa, aniversário do Marcus Vinicius. Ricardo Konká , Diane e O Marcus Vinicius, gente boa demais! Eu estava tentando entender a piada, humor negro é foda. Mano, o Marcus Vinicius não tava contando das suas melhores piadas, né?! Juuuáááá!! Mas dá p ver pela cara dele que estava se esforçando p contar a piada!!"
Agora, vou ali, numa viagem rápida, a trabalho. Volto logo. Aproveito também para tomar uma cachaça. Ninguém é de ferro.
See you soon.
Whatever...
Escrito por Patrícia Rammos às 14h40
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Susto...

Passada a TPM e, com ela, a falta de humor inexplicável, a semana foi um tanto agitada para a pessoa aqui. Agitada e delicada. Na quarta feira minha mãe foi ao médico com minha avó. Até aí tudo bem. Minha pretinha tem andado para o médico (pela idade e pelas muuuitas dores que sente). No início da semana mesmo fui acompanhá-la naquele exame chato do tubo. Enfim...
Voltando à quarta-feira, à noite, a minha Rôxinha me ligou preocupada, dizendo que sua geriatra apontou vários problemas em seu exame, que achava que ela tinha alguma doença grave e que talvez ela tivesse até que fazer uma biópsia. Vixe! Me fiz de louca, perguntei o nome e fui pra net pesquisar. Era uma tal de mieloma múltiplo, doença maligna, que dá no sangue e que provoca vários problemas em diversos órgãos, principalmente, o rim. Lá dizia também que não matava diretamente, mas talvez as doenças que trazia sim. Vixe! Gelei. Mas vi também que minha mãe não tinha os principais sintomas dela. Perda de apetite (quem perdeu?), perda de peso (vocês conhecem minha mãe), náusea (ai, ai...), enfim... Mas mesmo assim, fui dormir tensa e logo pela manhã fiz minha mãe marcar com a médica de confiança dela, uma nefrologista.
Na sexta, fui lá, armada de fé e coragem, acompanhá-la. Minha mãe é uma figura e mesmo com o cu piscando é sempre destemida. Graças LITERALMENTE a Deus. Na verdade, há muito tempo minha mãe não via a essa médica, principalmente, porque aquele que dá banho de luzes na cidade suspendeu todos os planos que os aposentados da prefeitura tinham direito, então, a minha genitora passou a freqüentar somente os médicos da Marinha, benefício dado pelo meu pai.
Assim que ela entrou na sala, a médica, a princípio séria, disparou o dixote: “Olha, a senhora aqui?! Há quanto tempo!!! Deve estar ótima, né? Porque paciente quando some assim é porque está cheio de saúde!!” e minha mãe CÍNICA disparou também “Pelo contrário. Tenho várias broncas pra te mostrar. Só não vim antes, porque o homem que a senhora escolheu para prefeito interrompeu”. A conversa sobre esse assunto avançaria mais. Até porque a médica também não tinha votado no cara dos banhos, destruidor de “paixão de Cristo” (rola uma mágoa). Após olhar minuciosamente os exames, a médica concluiu que o que minha mãe tem é “falta de vergonha” e teimosia. Não pode comer quase nada, gente. Mesmo. Um horror. Os rins dela estão fraquinhos, mas dos males o menor. Ela vai se cuidar e vai ficar bem. Porque Deus é Maior mesmo. Agradeço, viu? Todas as horas e todos os dias. Porque essa mãe é importante pra mim e é a única que tenho. Dixoteira, linda e sem poder comer trilhões de coisas!!! Ai ai.
E sigamos. Aliviados.
Beijos, mãe. Amo-te infinitamente.
Torçam aí.
Escrito por Patrícia Rammos às 14h31
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A arte de ser feliz

Ando com preguiça de escrever aqui, gente. Muita. Às vezes, entro aqui, olho, escrevo três frases, apago e sigo minha vida. “Uma vontade de nadar nuinha nas águas do Rio Uipaíma... E vontade passa”.
Aí, hoje, parei para pensar (Ó eu errada!!!) o porquê desse vazio, o porquê dessa preguiça e nada me ocorreu. É só preguiça mesmo. A TPM está bombando. Ontem chupei dois sorvetes, bebi uma panela de sopa (normal), comi dois chocolates e bebi muita, muita água. Triste? Que nada. Só TPM. Do you understand? E também descobri que TPM, muita vezes, é falta do pauzinho de cada dia. Será? Estou super achando.
Enfim... Segurei filosofando.
Confesso que não tenho talento para ficar triste muito tempo. Até fico um pouquinho, mas logo canto pra subir. Não tenho a menor paciência. Ela até tenta, principalmente, quando estou na TPM (sempre essa senhora), mas aí compro dois ouro branco, um Napolitano, um açaí, boto meu tosso, meus óculos discretos... e cadê a porra?
Mudando de assunto, mas continuando na terapia do riso, o que foi aquela gaga de Ilhéus ontem no Hoje em Dia? Ri demais. A mulher quer ser atriz (ai, gente, descobriu que a fórmula é se "amostrando" e a doida de cá achava que era entrando numa faculdade, estudando... ai, ai) e jornalista (tá vendo, Fátima Bernardes?) e colocou no youtube vídeos dela fazendo reportagens sobre os problemas estruturais de Ilhéus. Achei deprimente, muita exposição, mas eu ri. Ri porque se ela colocou foi pra isso também. Não vem com essa história de que foi usada não, porque ela sabia (e sabe) que é tudo muito engraçado. A mulher no “Pi Pi Pi Pi Pi Prefeito... Co co co co co consciente...”. De rachar, de doer a barriga... E como já disse, eu não tenho talento para ficar baixo astral.
Vixe! Andei lendo alguns blogs e fiquei passada com os venenos jogados de uns pras os outros. Marcos Mion gerou uma polêmica com o coment sobre blogs alheios, Jean Wyllys veio e jogou mais lenha na fogueira, Agnaldo Silva derrubou as novelas atuais... o negócio está babado!!! E a crítica que saiu num jornal de alta circulação, aqui em Salvador, sobre uma peça que ainda está em cartaz? O texto super elogiou a peça, mas jogou no ar uma birra entre os gestores do espetáculo e a alta cúpula da cultura atual. O povo quer ver morte. Menina, tô passada.
Uma Reclamação (fútil, mas é minha): Amo a Timbalada, mas não vou pagar R$ 80,00 reais para ir a um Ensaio. Caaaaaaaaaaaaaro. Tá demais, viu? Dez milhões de vezes, meu cu.
Enquanto isso, vou de Timba no meu MP3. É isso.
Ê, saudade da cachaça catarinsense!!!
Beijos, DdP!!! Sumiu por quê?
E sigo por aqui, com fé, coragem e, ainda, sem TV fechada. Ainda.
Escrito por Patrícia Rammos às 13h40
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kakakakaka
Marcos Mion é muito besta, minha gente!!! Me acabei de rir lendo o blog dele hoje. Se eu contar não vai ter a menor graça. Ele sempre faz piadas dele e dos outros, mas desta vez foi de rachar. No post ele fala dos truques que os artistas fazem para terem os seus blogs sempre lidos.
No final ele fala de Carolina Dieckmann que colocou a foto de um show de um amigo, onde estavam ela, Fernanda Rodrigues e Eri Johnson no palco dando uma canja. O amigo? Quem sabe? Ninguém viu até hoje. Aí, Mion termina pedindo a foto desse cara, para depois corrigir dizendo que tem uma foto dele de quando foi cumprimentá-lo pelo seu aniversário. A foto? Peraí.

Foto: reprodução blog de Mion
Conseguiu ver o amigo de Carolina Dieckman na foto com Mion? kakakakaka
Post imperdível.
http://bloglog.globo.com/marcosmion/
Escrito por Patrícia Rammos às 23h25
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Então...
Resolvi colocar aqui frases curiosas. Se você tiver alguma, super fique a vontade. Vamos rir juntos.
“Eu não sei fazer atividades de manutenção doméstica, tipo consertar um varal, um fogão uma cadeira... mas se escalar. Você sabe escaçar?”
Fabiana Mattedi
“Eu sou cara... Então, tenho que estar sempre em atividade, sempre trabalhando, matando um aqué por dia”
“Bonitinho é o meu cu”
Patrícia Rammos
“Quem souber, já pariu”
Débora Santiago
“O meu filho... você... né?... tanta coisa... que... né, não?"
Maba
“Alegra!!!”
Maria Bethânia
"Não faz a louca!!!"
"Ô Deus, me leve!!!"
Igor Epifânio
Escrito por Patrícia Rammos às 22h59
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Achei...

Achei essa foto perdida. É a turma de Cindy chegando em Jequié, em novembro de 2006, dois anos. Imagine!!! Quanto tempo, quantas mudanças... E o humor, gente? Que figuras são essas? Eu de cócó? E esses óculos escuros? E o look de Débora? E tem gente que acha que a gente não se diverte. Tolinhos!!!
Escrito por Patrícia Rammos às 02h33
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O Níver da Preta!!!

Hoje é o níver da Preta Holandeseira. Esse ano vai ser muito especial pra ela, afinal, agora ela é uma senhora casada e mãe de uma delícia. Ela está na Holanda agora, curtindo a terra e a família de Geert, apresentando a Pier o mundo do pai.
Parabéns, Preta! Parabéns, Irmã! Parabéns, Prima! Parabéns, Amiga! Por tudo. Pelo momento, por você, por tudo.
Te amo.
Escrito por Patrícia Rammos às 02h23
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Miquinhos...
Estou meio chatinha esses dias. Meio sem paciência, sabe? TPM bombando. Por outro lado, resolvi correr e isso está me fazendo muito bem. Outra energia, outra atividade... Algo que relaxa, energiza, dá uma boa resistência... Coloco a Timbalada no meu MP3 e me mando. Às vezes, vou com Rick, mas tenho ido sozinha também. Tenho preguiça de ir até Ondina, mas nesses momentos, coloco as músicas mais pauleiras e me lembro do carnaval. É engraçado porque parece que as pessoas correm no ritmo da música, aí eu também pego o embalo e vou. Estou curtindo muito.
Dia desses avistei de longe Bell do Chiclete. Aí comentei com Rick, que não tinha percebido e ficou perguntando “Cadê? Quem?”, então, o cara, é claro, percebeu e eu tive que falar com ele. !!! Ô, meu pai, juro que não iria falar. Mas o cara super percebeu, aí soltei um “Tudo bom?” e ele: “Como vai, linda?”. Isso, todo feliz, amigos de infância. Só pensei: “Deus, me leve!” Um king kong de vez em quando faz parte, né? Whatever...
Escrito por Patrícia Rammos às 02h15
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FELIZZZZZZZZZZZZZZZZZZ

Amei a novidade!!! Não só porque ele é negro, mas porque consigo que me reconhecer lá. Vejo povo, vejo humanidade, não um imbecil que pensa que é dono do universo. Não me vou iludir, achar que Obama é a solução do mundo, mas, pelo menos, verei um ser humano errando, não, um robô, um ET.
Só espero que o mundo tem maturidade, serenidade e humanidade para tentar matá-lo. "Deixa o homem trabalhar!!!". Ó!!!
Aff! Que venha a glória!!! E os banhos de luzes mundiais (próprias e dos outros)!!!
Amém! Axé! Evoé!
Agora, me diga uma coisa: Diz que... O Brasil é de 3º mundo, mas que porra de urna eletrônica americana é essa que a pessoa aperta e vota no outro candidado? Teve Estado que preferiu o voto no papel. Geeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeente, que babado é esse? Fim dos tempos!!! Estados Unidos da América? Tô página!!! Dá-lhe, Brasil!!!

E Sigamos!!! A espera de milagres!!!
Escrito por Patrícia Rammos às 13h29
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Falta de assunto... Pé da loura, pé da preta, no Leeeeeme

Escrito por Patrícia Rammos às 20h39
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Outubro no Leme...

Se "amostrando"

"Correndo" dos paparazzi

"O Leme é muito feio, né?"
kkkkkkk
ADORO!!!

Escrito por Patrícia Rammos às 20h38
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É FIAC BAHIA, MEU IRMÃO!!!

Foto do Espetáculo Hysteria - Adalberto Lima
Estou de volta, gente. Depois de um tempo me dedicando as minhas “micagens” particulares e ao FIAC-BAHIA, estou de volta. Morrendo de saudades dos meus desabafos, mas é assim mesmo. Não me obrigo a nada.
O FIAC-BAHIA (Festival Internacional de Artes Cênicas) começou no dia 24 e foi até o dia 31 de outubro. Trabalhei no Receptivo, Anjo (eu sou um anjo, alguém duvida?) para os mais íntimos, do Grupo Espanca, uma turma de Minas Gerais pra lá de talentosa e animada. A princípio, fiquei receosa porque, apesar de sabermos que eram bons (apresentaram o espetáculo premiadíssimo e lindíssimo Por Elise), não o conhecíamos pessoalmente. Seria tudo ali, na hora. Felizmente, foi uma delícia!!! Eles, além de disciplinados, eram animadíssimos. Fomos ver vários espetáculos do Festival juntos, depois nos enfiamos em Milagre na Baía, nos jogamos no Ponto de Encontro (na Tereza Batista), passamos pelo Porto Barra e terminamos com muita saudade uns dos outros.
Como os mineiros gostam da Bahia!!! Fiquei impressionada!!! Dizem que, além de Salvador ser linda, tem um povo que se expressa, sem medo de errar na dose e que divulga seu espaço como se este fosse a melhor coisa do mundo!!! Isso está presente na música, nas peças, no comportamento, nas vestimentas... Parei pra pensar (Ó) e acho que tem, sim, sua verdade. Acabei de chegar do Rio e, é lógico que, fiz várias comparações. Acho que Salvador tem um catatau de coisas para melhorar, principalmente, a forma de enxergarmos EXAGERADAMENTE que aqui é o MELHOR lugar do mundo. Não é. É um dos, mas não é. Poderia ser, mas não é. Mesmo. E confirmo isso sempre que saio e conheço outros lugares, que pego ônibus, que ando de metrô, que posso voltar pra casa de madrugada, que vejo os lugares abertos até mais tarde, que não vejo tanto lixo na rua... enfim... a gente merece mais. Muito mais. Por outro lado, a Bahia, muitas vezes, se basta mesmo. E isso é sem bairrismo (não sou bairrista), é só observar o comportamento, a forma "de frente" com que os baianos encaram o mundo. Bom a verdade é que não existe o melhor, ou o pior. Existe o diferente. E com certeza é essa diferença que faz a gente querer conhecer outros lugares e outras pessoas. Pra que sair daqui pra ver as mesmas coisas? Não faz a louca!!!! Seja Minas, Bahia, Rio, Peru, Austrália... Sejamos diferentes... e BONS!!!
Bom, voltando ao FIAC, gente o que foi Hysteria? Que peça foi aquela? MARAVILHOSA!!! O espetáculo aconteceu dentro do Instituto Feminino. Os homens e as mulheres eram separados. Os homens assistiam numa espécie de arquibancada e as mulheres assistiam dentro do espaço cênico, em circulo, como que fazendo parte da montagem. As atrizes nos envolviam de tal forma, de tal delicadeza e emoção, que me senti fazendo parte do todo também. Elas revelavam os tipos e esses tipos não estavam muito distantes das “histéricas” dos nossos tempos. Uma que tinha matado o marido, outra que esperava um marido que nunca chegava, a outra que reprimia todas, mas era tão histérica quanto... Que lindo, viu? Me emocionei diversas vezes. Mulher sente muito, né? Sente tanto que beira a histeria. E o que é histeria? Quem souber e quem não é que atire a primeira pedra.
Também assisti Aqueles Dois (Grupo Luna Lunera - MG), espetáculo lindo, todos os atores bons demais, vivos, cínicos e já meus amigos de infância; Melodrama e Ensaio.Hamlet (Cia dos Atores). Ensaio.Hamlet tem que ser visto por todos nós meeeeeeeeesmo. É uma desconstrução do Hamlet de Shakespeare. MARAVILHOSA!!! Vi também a peça de Peter Brook (ninguém conseguia dizer o nome). A gente só falava: “Você vai ver ou você viu Peter Brook?”. Os atores monstruosos. Muito bons. Sabe aquela história do “menos é mais”?. Eu super entendi ali. Ri demais com O Grande Criador (Chapitô - Portugal). Eu diminuiria. Perdi a paciência algumas vezes, além de imaginar que quando eles estavam criando a peça, disseram: “E aí? Como é que a gente termina?”. Ah, eu acho que eles não terminaram a peça, não, gente. Desculpe!!! Mas enfim... Valeu a cara de pau e a diversão. Whatever...
Bom, pena que não deu tempo (ou por haver choque de horários ou por estar totalmente envolvida com as atividades do meu grupo), mas valeu. Uma Primeira Edição de tirar o chapéu. Fiquei com orgulho de Salvador e dos profissionais que aqui trabalharam. Foi tudo lindo!!! Nehle Frank a figura mais acessível que eu conheci nessa terra de muitos caciques (palavras ditas pelos próprios participantes e que eu super concordo), Aline Rapadura, uma figura deliciosa e dedicada, Catarina, Felipe, Patrícia (xará), Ricardo, Ismael, Ana Paula, meu Espanca (queridíssimo), meu Luna Lunera (amado), enfim... a equipe dos sonhos, apesar da correria e, algumas vezes, histeria. Por que não? Foi massa!!! Gostei e tomara que não demore o próximo. Quero estar por perto, trabalhando, assistindo, participando, vivendo.
Evoé! Amém! Axé!!!
Escrito por Patrícia Rammos às 14h56
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Em plena adolescência...

É assim que tenho me sentido nos últimos dias. Tenho feito coisas que nunca imaginei fazer (mensagens, telefonemas, micagens), mas também procurei não me podar. Estava com vontade, fiz mesmo. E daí? Me expus meeeeeeeeeeesmo, desabafei horrores, sem jogos, sem artifícios... vivi um lado meu que não conhecia, que nunca tinha deixado sair. Mas que saiu e eu deixei. A última foi mandar um presente que, felizmente, voltou. O endereço estava errado. Graças a Deus!!! Coisa dos céus. Obrigada, meu Pai. Quando o carteiro me entregou nem acreditei. Êba!!!
Agora, pronto. Feito tudo. Passado o furacão, passado a crise adolescente tardia. Momento de aguardar, momento de ver se valeu a pena. Momento de deixar o destino fazer sua parte. Sem cobranças, com calma, sabedoria, apenas permitindo que as coisas se encaixem. Tenho uma auto-estima elevadíssima e nenhum complexo de Lidemberg.
Quando éramos adolescentes contávamos com os amigos para brigarem por nós, para “micarem” também, intercederem, chorarem. Agora, contamos, sim. Mas de outra forma. Dessa vez, para dar conselhos, para ouvirem, para nos levar a uma festa, apresentar pessoas... Enfim... Estou carente, amigos. Muito. Mesmo.
Licença. Vou cuidar de minha mãe, que também está carente e precisando da filhinha aqui.

Escrito por Patrícia Rammos às 14h08
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Leve...
Comecei today a correr na Orla. Ai, que higiene mental boa. Recomendo.
A partir de amanhã quero diminuir o refrigerante.
Não, não quero emagrecer. Só estou pensando em minha saúde. Chega de detergente pra dentro.
Outra coisa: quero ficar com a perna dividida que nem a de Rick Fagundes. Não, não invejo a perna dele. É apenas uma meta.
Que Deus nos proteja.
Axé!!!
After, resumo do FIAC e de minha vida esta semana.

Escrito por Patrícia Rammos às 23h09
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Trampando e curtindo o Festival.
Volto já.

Escrito por Patrícia Rammos às 10h49
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A vida...
Hoje foi a apresentação dos meus alunos da 6ª série do Sartre. Uma loucura! Mas deu tudo certo. Emoção pura.
Imagine que duas alunas minhas, antes da apresentação, estavam chorando copiosamente, enquanto que outras três davam bronca em alguns meninos. Me aproximei para saber do que se tratava e uma delas respondeu: “Professora, tive problema com um deles”. Perguntei: “Você gosta dele?”. Ela respondeu: “Muito e dói muito também”. O que eu ia dizer? Quem sou eu? Só dei um abraço nela, um beijo na testa e me fingi de louca.
Em pensar que, aos 12 anos, quando eu tinha a mesma idade dela só pensava em brincar de elástico. E doía também (quando o elástico passava pelos meus poucos cabelos da perna). Que saudade dessa dor. Era mais fácil de resolver. Bastava uma cera e estava tudo certo. Mas as de hoje, ai, ai... essas demoram. Até demais.
Enfim...
Força, gata. Isso também passa.
Tá babado. 
Escrito por Patrícia Rammos às 00h56
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Só pra comparar... Sem comentários.

São as mesmas pessoas.

Comento, sim. E o respeito?

Escrito por Patrícia Rammos às 20h23
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“É 13, é 13, é 13, é 15, é 15, é 14, é 14, é 14, o outro lado é desespero. É 20, é 30, é 40, é 50...”
O povo está doido e quer levar a gente junto.
Ah! Dizem que um já passou bem na frente do outro. Será verdade? Alguém aqui já foi entrevistado pelo Datafolha, Dataflor, DataCaule, Ibope, Igape... ou conhece alguém que já? Com quem fizeram essa pesquisa, meu pai? Eu gostaria de saber.
O outro lado é desespero mesmo. Nesse caso, nós.

Escrito por Patrícia Rammos às 20h16
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